Educação indígena terá R$ 24 milhões em 2006
Fonte: Radiobrás
O Ministério da Educação deverá investir este ano cerca de R$ 24 milhões em educação indígena. Desse total, R$ 18 milhões serão aplicados na construção, reforma e ampliação de escolas indígenas em todo o país.
JC e-mail 2957, de 14 de Fevereiro de 2006.
Segundo o líder Tukano, o programa de inclusão digital não irá tirar o homem do campo, e o poder de inclusão, para ele, é importante para mostrar o produto e a cultura indígena
O Ministério da Educação (MEC) vai repassar a Estados e municípios R$ 11 milhões para construir 200 escolas indígenas em 69 cidades no ano que vem. É o maior investimento já feito na área.
Criada a "Comissão Indígena de Tecnologias de Informação e Comunicação"
30 de noviembro de 2005
No México, é divulgada a Carta de recomendacões do
"1er Taller Indígena de Tecnologías de Información y Comunicación"
A Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC) e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) promovem, de 19 a 23 de setembro, um curso nacional de formação continuada para educação escolar indígena
JC e-mail 2854, de 14 de Setembro de 2005.
Numa ação inédita de capacitação voltada para as populações indígenas e quilombolas, técnicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) visitarão, a partir deste mês, seis estados com o objetivo de conscientizar conselheiros e líderes dessas comunidades sobre a importância do controle social das políticas públicas na área educacional
Iniciativa, a primeira do tipo no Sudeste, será voltada para os 81 profissionais que já dão aulas nas 28 aldeias do Estado de SP
Fonte: Funai
A Coordenação de Proteção às Terras Indígenas, da Coordenação-Geral de Patrimônio Indígena da Funai, implantou no Parque Indígena do Xingu um projeto de manejo de tracajá. A idéia foi do índio Pablo Kamayurá, da Aldeia Morena. Há algum tempo Pablo Kamayurá vinha tentando a execução desse projeto, em função do decréscimo populacional da espécie, acarretado principalmente pela introdução de novas técnicas de captura utilizadas pelos índios. Antigamente os deslocamentos à procura do tracajá eram feitos a pé ou nas canoas tradicionais.
O Ministério do Meio Ambiente participa de hoje a sexta-feira do Festival do Gavião na terra indígena Kaxinawá, no estado do Acre. O festival objetiva recuperar a tradição da cultura regional da tribo, a mais numerosa do estado com cerca de 6 mil habitantes espalhados em 12 territórios da região. Representantes da Diretoria de Educação Ambiental do MMA realizará, durante o encontro, uma oficina com os professores indígenas sobre o uso sustentável da informação e da tecnologia. Do encontro será produzido um vídeo para ser utilizado como estudo para as atividades do programa de Educomunicação da Diretoria de Educação Ambiental do MMA. A comunidade Kaxinawá também será orientada para se habilitar aos projetos da Carteira Indígena e Desenvolvimento Sustentável do ministério.
A tribo Kaxinawá foi o primeiro grupo indígena a estudar sua própria língua, além do português. Durante o Festival Gavião, que acontece depois de 30 anos, será produzido o documentário Vida na floresta com o povo Hunikuin, que conta a história dos velhos pajés. A filmagem será feita pelos próprios indígenas. A exemplo dos Ashaninka, os Kaxinawá também fazem manejo de árvores na floresta, plantando especialmente aquelas destinadas à construção de casas e canoas.
Participarão do festival, governo do Acre, TV Aldeia (AC), tevês da Noruega e da China, entre outras instituições.
ASCOM/MMA
20/12/2004
Vannildo Mendes
Agência Estado
Em visita ao Alto Xingu, ministro prometeu que até o final do mandato o governo terá pacificado todos os conflitos envolvendo terras indígenas
Aldeia Kamaturá, MT - O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, prometeu hoje que até o final do mandato do presidente Lula o governo federal terá demarcado, homologado e pacificado todos os conflitos envolvendo terras indígenas no País. Em discurso para uma platéia de cerca de mil guerreiros de sete etnias do Alto Xingu, ele afirmou que o estado brasileiro tem uma dívida secular com os povos indígenas. "Esse governo, que veio para fazer mudanças, pretende resgatar essa dívida", disse o ministro, em maio à saudação ruidosa dos indígenas.












