O casal se conheceu depois que a filha de Tori adicionou Gasodá como amigo no site de relacionamentos Orkut. Mas só depois de um ano é que ela tomou a iniciativa de convidá-lo para uma conversa pelo MSN Messenger, em fevereiro do ano passado.
Começa em 10 de agosto a segunda edição do Vídeo Índio Brasil, coordenado pelo Pontão de Cultura Guaicuru e o CineCultura. Nesta ano, o evento estende seu alcance e chega a 16 pontos de exibição, em sete cidades. A abertura do festival será marcada por uma solenidade no Cinecultura, com o lançamento da exposição Cineastas Indígenas, fruto do projeto Vídeo nas Aldeias (PE).
Após a solenidade, será exibido o filme “Terra Vermelha”, produção ítalo-brasileira de Marco Bechis. Estarão presente os indígenas guarani-kaiowá Cacique Ambrósio Vilhalva, Abrísio da Silva e Kiki, atores do longa-metragem. Ao fim da exibição, haverá ainda uma apresentação de dança de indígenas guarani-kaiowá do grupo Porahei Vera, da Aldeia Te’ýikue, de Caarapó.
Em Campo Grande, além do CineCultura, o festival estará em cartaz na Aldeia Urbana Marçal de Souza, na Aldeia Água Bonita, no Ponto de Cultura Mukando Kandongo, na Casa Brasil Instituto Delta de Educação, na Associação de Moradores da Vila Santo Eugênio e na Fundação Tia Olívia.
Até o dia 16, cada uma das localidades iniciam suas programações às 9h. No CineCultura, na capital, as manhãs estão reservadas para os seminários. Nos demais pontos, o dia começa com a exibição das mostras “Os Povos Indígenas no Cinema Brasileiro” e “O Olhar dos Povos Indígenas”. Estão programadas ainda cerca de 300 outras atividades.
Para conferir a programação acesse www.pontaodeculturaguaicuru.org.br ou www.cinecultura.com.br.
A nova série Xingu - a Terra Ameaçada, que estréia dia 29 de julho, às 18h, na TV Cultura, tem 16 episódios, e será exibida até dia 11 de novembro, sempre aos domingos, às 18h.
O Museu do Índio vai inaugurar no próximo dia 19, terça-feira, às 11h, a exposição "Tisakisu: Tradição e Novas Tecnologias da Memória" com 11 vídeos e 100 fotos dos Kuikuro (Alto Xingu - MT), além de dois filmes produzidos pelos próprios xinguanos e premiados em festivais nacionais.
Como manter viva a tradição em um contexto de mudança? Diante das transformações tecnológicas que seduzem os jovens, os mais velhos temem a perda do modo de ser-e-fazer xinguano, de todo o universo mítico-ritual que consolida a identidade de um povo.
Esta é a questão apresentada na exposição, que pretende oferecer aos visitantes informações para uma reflexão sobre o dualismo Tradição X Modernidade em que vivem atualmente os povos do Parque do Xingu.
Um dos destaques da exposição será o filme "Nguné Elü: O Dia em que a Lua Menstruou", 28 minutos, de Mariká e Takumã Kuikuro. Ele mostra o ritual do eclipse da lua e todos os simbolismos que este traz para o povo Kuikuru.
O trabalho participou da mostra Vídeo nas Aldeias do Festival de Rondônia, onde ganhou o Prêmio Chico Mendes de Melhor Documentário 2004.
O Museu do Índio fica na Rua das Palmeiras, 55. Botafogo, RJ.
Informações pelo fone (21) 2286-8430.
O Ministério do Meio Ambiente participa de hoje a sexta-feira do Festival do Gavião na terra indígena Kaxinawá, no estado do Acre. O festival objetiva recuperar a tradição da cultura regional da tribo, a mais numerosa do estado com cerca de 6 mil habitantes espalhados em 12 territórios da região. Representantes da Diretoria de Educação Ambiental do MMA realizará, durante o encontro, uma oficina com os professores indígenas sobre o uso sustentável da informação e da tecnologia. Do encontro será produzido um vídeo para ser utilizado como estudo para as atividades do programa de Educomunicação da Diretoria de Educação Ambiental do MMA. A comunidade Kaxinawá também será orientada para se habilitar aos projetos da Carteira Indígena e Desenvolvimento Sustentável do ministério.
A tribo Kaxinawá foi o primeiro grupo indígena a estudar sua própria língua, além do português. Durante o Festival Gavião, que acontece depois de 30 anos, será produzido o documentário Vida na floresta com o povo Hunikuin, que conta a história dos velhos pajés. A filmagem será feita pelos próprios indígenas. A exemplo dos Ashaninka, os Kaxinawá também fazem manejo de árvores na floresta, plantando especialmente aquelas destinadas à construção de casas e canoas.
Participarão do festival, governo do Acre, TV Aldeia (AC), tevês da Noruega e da China, entre outras instituições.
ASCOM/MMA
20/12/2004
Vannildo Mendes
Agência Estado
Em visita ao Alto Xingu, ministro prometeu que até o final do mandato o governo terá pacificado todos os conflitos envolvendo terras indígenas
Aldeia Kamaturá, MT - O ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, prometeu hoje que até o final do mandato do presidente Lula o governo federal terá demarcado, homologado e pacificado todos os conflitos envolvendo terras indígenas no País. Em discurso para uma platéia de cerca de mil guerreiros de sete etnias do Alto Xingu, ele afirmou que o estado brasileiro tem uma dívida secular com os povos indígenas. "Esse governo, que veio para fazer mudanças, pretende resgatar essa dívida", disse o ministro, em maio à saudação ruidosa dos indígenas.
É final da estação das chuvas em Mato Grosso. É época dos índios do Alto Xingu homenagearem os seus mortos. É hora do Kuarup, importante ritual realizado pelos índios Aweti, Kalapalo, Kamayurá, Kuikuro, Mehinako, Trumai, Yawalapiti e Waurá, que habitam a Região Sul do Parque Indígena do Xingu, conhecida como Alto Xingu.












